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TERRITORIALIZAÇÃO DO CAPITAL AGROFLORESTAL NOS MUNICÍPIOS DE IMPERATRIZ, CIDELÂNDIA, VILA NOVA DOS MARTIRIOS E SÃO PEDRO DA ÁGUA BRANCA, MARANHÃO, BRASIL

Abstract

Historicamente, o capital encontra estratégias para a acumulação, a criação e expansão de fronteiras agrícolas como forma de incorporar novos territórios fazem parte dessas estratégias. A expansão da fronteira agrícola da região do MATOPIBA trouxe consigo transformações. Diante disto o presente trabalho tem por objetivo compreender tais transformações nos municípios de Imperatriz, São Pedro da Água Branca; Vila Nova dos Martírios e Cidelândia. Para isso analisa e discute as transformações sofridas nas atividades e comunidades tradicionais. Utiliza-se de dados primários coletados através de entrevistas não estruturadas com pequenos produtores de comunidades situadas próximas as fazendas de eucalipto. Além disso, foram coletadas coordenadas geográficas para a produção cartográfica; os dados secundários utilizados foram coletados nas bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Indústria Brasileira de Árvores, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e nos relatórios anuais da Suzano. Os resultados obtidos tendem a mostrar que a chegada da nova fronteira agrícola desestabiliza as comunidades pré-existentes e diminuem sua produção de itens básicos para subsistência. Palavras chaves: MATOPIBA. Fronteira agrícola. Silvicultura do eucalipto

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